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F4 – IGE ESP (F4) – ALIMENTOS – TRIGO

TRITICUM AESTIVUM
Material
SORO
Meio(s) de coleta
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
prazo
4 dias úteis
Volume Mínimo
0,6 mL
Método
QUIMIOLUMINESCÊNCIA
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
instruções de coleta
Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
realização do exame
Laboratório de Apoio
links úteis

http://aaai-asbai.org.br/detalhe_artigo.asp?id=724

 

https://www.diagnosticosdobrasil.com.br/uploads/materiais/2023/03/db-informacao-pre-analiticas1-1.pdf

Realização
Segunda à Sábado
instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 6 meses congelada.
instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
Instruções de Distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
doenças relacionadas
Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar. Respiratórias: Anafilaxia, Anafilaxia (induzida pelo exercício), Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
interpretação
As alergias alimentares constituem uma reação exagerada do sistema imunitário contra algumas proteínas dos alimentos e podem ser IgE mediadas, não-IgE mediadas ou mistas. A alergia IgE mediada resulta da produção de anticorpos de tipo IgE contra o alimento; os sintomas surgem nos primeiros 30 minutos ou até 2 horas após o contato com o alimento; pode ser muito grave e capaz de pôr a vida em risco em poucos minutos. A alergia não-IgE mediada envolve outros mecanismos imunológicos, que envolve outros tipos de anticorpos ou células que reagem contra as proteínas dos alimentos; normalmente os sintomas são digestivos e geralmente é uma reação tardia, com início mais de 2 horas após a ingestão do alimento, o que torna o diagnóstico mais difícil. A alergia mista envolve IgE e outros mecanismos imunológicos, como é o caso da esofagite eosinofílica, por exemplo. Os principais alimentos que causam alergia mais frequentemente são: na criança as proteínas do leite, o ovo, o peixe, frutos secos, soja e trigo; no adulto os mais comuns são mariscos, peixes, frutos secos e frutos frescos (muitas vezes em doentes alérgicos com rinite e/ou asma, por reatividade cruzada com componentes de alérgenos respiratórios). Não é preciso ingerir para se ter uma reação alérgica, basta o contato com a pele e/ou mucosas ou a simples inalação dos vapores de cozimento ou simplesmente passear no supermercado. Outra verdade que pode parecer estranha é que uma pessoa pode ser alérgica a um alimento cru e não ser alérgica ao mesmo alimento quando cozido. Isso acontece porque alguns alérgenos alimentares são pouco resistentes ao calor e, por isso, são facilmente destruídos durante a cocção dos alimentos. Mas não é aplicado para todos, por isso na dúvida esclareça bem com o seu médico alergologista. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.

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