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F2 – F2 IGE ESP PARA LEITE

LEITE DE VACA, IGE PARA LEITE
Material
SORO
Meio(s) de coleta
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
prazo
4 dias úteis
Volume Mínimo
0,6 mL
Método
MÉTODO QUIMIOLUMINESCÊNCIA
Instruções de preparo
Jejum: Não é necessário jejum ou preparos especiais.
instruções de coleta
Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
realização do exame
Laboratório de Apoio
links úteis

https://www.diagnosticosdobrasil.com.br/uploads/materiais/2023/03/db-informacao-pre-analiticas1-1.pdf

Realização
Segunda à Sábado
instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C ou por até 6 meses congelada.
instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
Instruções de Distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
doenças relacionadas
Cutâneas: Urticárias, Angioedema, Dermatite atópica, Dermatite herpetiforme. Gastrintestinais: Hipersensibilidade gastrintestinal imediata, Síndrome da alergia oral, Esofagite, Gastrite, Gatroenterocolite eosinofílica alérgica, Enteropatia, Proctite, Enterocolite induzidas por proteína alimentar. Respiratórias: Anafilaxia, Rinite alérgica, Asma persistente, Síndrome de Heiner.
interpretação
A alergia ao leite é a alergia alimentar que ocorre mais frequentemente nas crianças. Começa nos primeiros meses de vida, com as primeiras ingestões ?leite artificial? ou ?fórmula infantil? ou mesmo durante o aleitamento materno, por passagem de proteínas dos laticínios ingeridos pela mãe. Ocorre porque o sistema imunitário dos bebés produz uma reação exagerada contra algumas proteínas do leite. Essa resposta imunológica anormal dirigida contra as proteínas do leite pode envolver mecanismos ?IgE-mediados? ou ?não-IgE-mediados? ou mecanismos mistos. A alergia IgE mediada resulta da produção de anticorpos de tipo IgE contra as proteínas do leite; os sintomas surgem nos primeiros 30 minutos ou até 2 horas após o contato com o leite; pode ser muito grave e capaz de pôr a vida em risco em poucos minutos. A alergia não-IgE mediada envolve outros mecanismos imunológicos, que envolve outros tipos de anticorpos ou células que reagem contra as proteínas do leite; normalmente os sintomas são digestivos e geralmente é uma reação tardia, com início mais de 2 horas após a ingestão do leite, o que torna o diagnóstico mais difícil. A alergia mista envolve IgE e outros mecanismos imunológicos, como é o caso da esofagite eosinofílica, gastrenterite eosinofílica e dermatite atópica. Não existe alergia ao leite materno, mas quando a mãe está a amamentar e ingere leite e seus derivados, as proteínas do leite de vaca que a mãe ingeriu passam para o leite materno que alimenta o bebê, que pode assim ter reação. Apesar de se designar frequentemente ?alergia à proteína do leite?, na verdade o leite de vaca possui várias proteínas que podem causar alergia. Os nomes dessas proteínas do leite que mais frequentemente causam alergia são: caseína, alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina. A presença de IgE detectável não indica, necessariamente, doença alérgica, tampouco a sua ausência a exclui. Não há como interpretar a dosagem de IgE específica dissociada da anamnese e de outros exames complementares.

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