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A1GLI – ALFA 1 GLICOPROTEINA ACIDA

AAG, Glicoproteína ácida, Seromucóide
Material
SORO
Meio(s) de coleta
Tubo seco (vermelho) ou Gel separador (amarelo)
prazo
3 dia úteis
Volume Mínimo
0,55 mL
Método
TURBIDIMETRIA
Instruções de preparo
Jejum: Aconselhável de 4 horas.
instruções de coleta
Tubo seco: Realizar coleta utilizando tubo seco. Após retração completa do coágulo, centrifugar a amostra, separar o soro e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame. Tubo com gel separador: Homogeneizar imediatamente após a coleta e manter o tubo em repouso verticalmente para a completa retração do coágulo em temperatura ambiente, para evitar hemólise. Após este período, centrifugar a amostra para obtenção do soro (sobrenadante) e acondicionar corretamente conforme estabelecido para o exame.
realização do exame
Laboratório de Apoio
links úteis

https://www.diagnosticosdobrasil.com.br/uploads/materiais/2023/03/db-informacao-pre-analiticas1-1.pdf

Realização
Segunda à Sábado
instruções de estabilidade
A amostra é estável por até 7 dias refrigerada entre 2°C e 8°C
instruções de rejeição
Amostras recebidas diferente das condições solicitadas em guia.
Instruções de Distribuição
Transportar refrigerado (2°C a 8°C).
doenças relacionadas
Artrite reumatóide, Lúpus eritematoso disseminado, Doença de Crohn, Infarto do miocárdio, Hepatopatias severas
interpretação
Como proteína de fase aguda, a a1-glicoproteína ácida apresenta concentrações elevadas em infecções, assim como em processos inflamatórios agudos e crônicos (por exemplo, doença de Crohn). Neste caso, o monitoramento das concentrações de a1-glicoproteína ácida e de outros parâmetros, como por exemplo, a PCR, permitem avaliar de modo muito sensível o estado do paciente, assim como o seu prognóstico. Os pacientes com lesões, queimaduras ou tumores apresentam elevadas concentrações séricas. Nos pacientes com insuficiência renal crônica foram medidas concentrações séricas elevadas da a1-glicoproteína ácida, ainda que não exista qualquer diferença notória entre os doentes dialisados e os não dialisados. Nos pacientes com doenças crônicas do fígado, foram encontradas concentrações séricas reduzidas, devido a uma produção limitada da a1-glicoproteína ácida.

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